Items filtered by date: Sunday, 30 September 2018

Angola prioriza Investigação científica

Luanda - Angola prioriza, para a investigação científica, o financiamento de projectos, apetrechamento de laboratórios e o aumento do número de investigadores doutorados - disse hoje em Luanda a ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Sambo.,

A ministra que discursava na abertura do II Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação indicou que estes são as bases para a concretização de metas do Plano de Desenvolvimento Nacional(PDN) 2018-2022.

A estes objectivos, a ministra Maria do Rosário Sambo acrescentou o desenvolvimento tecnológico.

A responsável alertou, no entanto, que sem uma carreira atraente, capaz de reter o capital humano, não se poderão alcançar as metas.

Afirmou que, tendo em conta o quadro actual e as metas que se pretendem, há necessidade de se rever o estatuto do investigador científico (existe desde 2001). Brevemente merecerá apreciação do Conselho de Ministros.

Anunciou que está numa fase avançada, a elaboração da proposta do estatuto orgânico que vai formalizar a criação do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNDECIT).

A par destes, estão em carteira, para este ano, o Código de Ética na Investigação Científica, o Código de Conduta e Responsabilidade na Condução de Actividade de Investigação e Transferência de Tecnologia, assim como Regulamentos para a Avaliação de Actores Colectivos e Singulares do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI).

O II Conselho Consultivo aborda o Estatuto da carreira do Investigador científico, o Estatuto da carreira do pessoal técnico de apoio à investigação científica e docência universitária, o Estatuto do Fundo de Ciência e Tecnologia (FUNDECIT), a Cooperação científica e tecnológica, Realização do terceiro inquérito de ciência, tecnologia e inovação, Avaliação das instituições de investigação científica: Experiência piloto e Convenção da proibição de armas químicas

 

 

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CRASA quer padronizar qualidade de serviço de telecomunicações

Luanda - A padronização da qualidade dos serviços de telecomunicações foi analisada hoje (quarta-feira), em Luanda, pelos membros da Associação dos Reguladores de Comunicações da África Austral (CRASA), no quadro das orientações da União Internacional das Telecomunicações.,

O chefe de departamento de regulação de mercado e serviço universal do INACOM, Joaquim Domingos Muhongo, que falava à Angop sobre o reunião do Comité Jurídico e de Políticas da CRASA, fez saber que na

agenda estão assuntos como padronização dos critérios de aferição da qualidade de serviços, tendo em conta as características de cada país.

Segundo o responsável, alguns indicadores para aferir a qualidade dos serviços são a performance da rede, prestação de serviço ao consumidor, cobertura e facturação, que devem ser vistos de acordo com características como o relevo, fornecimento de energia eléctrica, entre outros itens que influenciam na parametrização dos serviços.

Segundo ele, a situação em Angola é boa, mas ainda há muito por se fazer, tendo em conta a própria dinâmica das telecomunicações que remete ao repensar constante sobre o produto que chega ao consumidor final, tendo em conta os padrões universais de qualidade.

Para melhor se auferir os indicadores do serviço oferecido o consumidor final, acrescentou, este deve participar mais, fazendo chegar a sua insatisfação aos órgãos competentes, que no caso de Angola é a linha de apoio a cliente com o número 15555 ou o site www.inacom.gov.ao.

Os membros da CRASA têm directrizes desenvolvidas com orientações necessárias em matérias como definição de parâmetros de QoS e QoE para telefonia fixa e móvel, navegação na Web, streaming na Web, serviço de transferência de arquivos, serviços financeiros digitais, central de atendimento e ponto de atendimento ao cliente e interligação.

 

 

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Ministra admite necessidade do reforço das ciências básicas

Luanda - A ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Sambo, reconheceu, em Luanda, ser necessário o reforço do ensino da matemática, física, química, biologia e todas que contribuem para o conhecimento de base tecnológica desde os primórdios da situação escolar até ao ensino superior.,

Num discurso de abertura da III edição do concurso Nacional de Criação de Jogos Digitais, a ministra ressaltou ser uma forma de motivar os jovens para ciência e a tecnologia, pois influencia o surgimento de plataformas desenhadas de forma lúdica.

Disse que, à semelhança do concurso, existem plataformas da responsabilidade directa do seu ministério e outras desenvolvidas com parceiros nacionais e internacionais, que visam o reforço do ensino das ciências básicas como a Criança e o Mundo Digital, Ciência Yetu, Inclusão Digital com conteúdos educacionais, Imagin Cup da Microsoft e a Hora do Código.

Referiu que o sistema nacional de ciência e tecnologia tem igualmente beneficiado com a criação e catalização de outras plataformas, para tornar mais forte a componente técnico científica do sistema educativo.

Anunciou que o centro tecnológico nacional colocará à disposição dos diferentes actores do sistema nacional de ciência tecnologia e inovação, a partir de Setembro do ano em curso, um espaço para o fomento de set up de base tecnológica, permitindo que muitos projectos apresentados no concurso possam ser incubados, respeitando as regras estabelecidas pelo direito de propriedade intelectual.

Esta medida permitirá a materialização da produção em grande escala, transferindo-os para sociedade em geral para que as ideias desses projectos não morram.

Disse haver uma política nacional de ciência tecnologia e inovação que contem  instrumentos de gestão, como a estratégia nacional e o mecanismo de coordenação do sistema nacional de ciência tecnologia e inovação, que inclui diferentes actores, alinhados com a necessidade de inserção da ciência tecnologia inovação na estratégia do desenvolvimento de Angola.

Relativamente ao concurso, disse que esta edição foi antecedida de curso de formação básica e avançada de desenvolvimento de jogos digitais, como um elemento de transferência de conhecimentos.

Reconheceu a necessidade de maior inclusão a fim de que todas as províncias do país tenham mais representantes, de modo a se evitar as assimetrias territoriais que existe no país.

Por sua vez, o reitor da Universidade Óscar Ribas (UÓR), Eurico Wongo Gungula, recordou que actualmente o desenvolvimento científico alinhado com a cultura do empreendedorismo tecnológico encontram-se entre as prioridades dos países, tendo em conta o lugar conquistado por programadores de jogos digitais.

Para esta edição foram inscritos  80 projectos, dos quais 50 foram pré-seleccionados pela comissão de júri, demonstrando desta forma tendência crescente para adesão por parte de juventude neste tipo de plataformas.

 

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Concurso nacional de criação de jogos digitais acontece hoje

Luanda - A terceira edição do concurso nacional de criação de jogos digitais realiza-se hoje (sexta-feira), em Luanda, numa iniciativa das universidades Metodista de Angola (UMA), Agostinho Neto (UAN) e da Sociedade Angolana da Computação (SAC).,

Uma nota de imprensa a que a Angop teve acesso informa que o concurso é um espaço dedicado ao incentivo à criatividade e desenvolvimento de jogos digitais em diferentes plataformas (Android, IOS e Windows phone), com temáticas generalistas, e que tragam valores agregados em questões relacionadas com os modelos educacionais e afins.

A iniciativa enquadra-se nos programas de identificação, selecção e motivação de talentos, promoção da cultura científica, da transferência de tecnologia e empreendedorismo de base tecnológica, inseridos na estratégia nacional de ciência tecnologia e inovação, alinhados com a política nacional de ciência tecnologia e inovação de Angola.

O concurso está orientado para os diferentes actores que actuam no sistema, incluindo estudantes e freelancers, com idades mínima de 16 anos e com participações que podem ser colectivas (quatro pessoas) ou individuais. O concurso tem três categorias principais, nomeadamente ideia de jogo, protótipo e inovação.

 

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Bengo sobe ao pódio no nacional de jogos digitais

Caxito - A província do Bengo classificou-se em segundo lugar da terceira edição no concurso nacional de criação de jogos digitais, graças ao projecto Bounce Evolution, do grupo Size Studio. ,

O concurso realizado em Luanda é promovido pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, estando a província do Bengo representada por sete estudantes do Instituto Médio Politécnico do Bengo.

No certame foram apresentados 53 projectos por candidatos das províncias de Luanda, Bengo e Cuanza Norte.

Os candidatos do Bengo são estudantes do Instituto Médio Politécnico do Bengo e foram seleccionados após formação que decorreu nos dias 23 e 24 de Julho, em Caxito, no curso básico e avançado sobre o desenvolvimento de jogos digitais, organizado pelo Centro Nacional Tecnológico.

O concurso está orientado para os diferentes actores que actuam no sistema, incluindo estudantes e freelancers, com idades mínima de 16 anos e com participações que podem ser colectivas (quatro pessoas) ou individuais. O concurso tem três categorias principais, nomeadamente ideia de jogo, protótipo e inovação.

Com pendor educativo, o jogo visa estimular o sentido cognitivo da criança com desenhos sobre animais, frutas, plantas, residências, carros, entre outros objectos numa iniciativa das Universidades Metodista de Angola (UMA), Agostinho Neto (UAN) e da Sociedade Angolana da Computação (SAC) e promovido pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Informação (MESCTI).

O jogo "A mama mandou", criado por estudantes da Universidade Agostinho Neto (UAN), venceu a terceira edição do concurso nacional de criação de jogos digitais, na categoria de inovação.

O software “Nduta“, do grupo Império Games venceu a 2ª edição do concurso nacional de criação de jogos. A plataforma retrata o dia-a-dia dos motoristas de táxis, que são considerados os que menos observam os princípios do código de estrada e, por isto, apontados como causadores de muitos acidentes de viação.

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Investigação científica requer parcerias público-privadas

Luanda - A coordenadora sul-africana do comité técnico conjunto em Ciência e Tecnologia entre Angola e África do Sul, Mabuzela Mampei, advogou hoje, quarta-feira, em Luanda, a necessidade da criação de parcerias público-privadas para a implementação de projectos de investigação científica visando a resposta rápida das pesquisas.,

A responsável, que falava no 8°encontro técnico conjunto em ciência e tecnologia entre Angola e África do Sul, realçou que a referida parceria torna-se importante para o apoio as pesquisas e no estabelecimento de alicerces para responder os desafios e objectivos dos projectos.

Sublinhou ser necessário fazer a gestão dos recursos e pesquisas para garantir que os planos de acção apoiem as necessidades sociais, económicas e políticas de ambos países.

De acordo com a coordenadora, a cooperação bilateral deve nos próximos anos implementar projectos que satisfaçam as necessidades da população.

" Sabemos que o contexto económica de Angola não é dos melhores actualmente, mas devemos apostar no investimento neste sector, quer
 Angola como a África do Sul, para reduzir a pobreza", disse.

Em declarações à imprensa, o director nacional para Ciência e Investigação Científica, António Alcochete, fez saber que Angola tem estado a trabalhar com a República da Africa do Sul na implementação do acordo e foram realizadas várias acções conjuntas, com destaque para o lançamento de dois editais de investigação científica que permitiu a aprovação de 11 projectos.

Os referidos projectos são de matéria de gestão da ciência e Inovação em áreas como biociência, tecnologia de informação e comunicação e biotecnologia.

Acrescentou que o mesmo acordo contribui no desenvolvimento da capacidade humana.

O encontro, que tem o seu término previsto para o dia 24, conta com a participação de quadros do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, de investigadores científicos nacionais e sul-africanos e de representantes dos dois países dos sectores ligados a produção de bens e serviços.

Promovido pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, o evento visa propor caminhos para o reforço da plataforma cooperação bilateral em ciência e tecnologia e identificar as acções para um novo programa trienal.

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Resultados de Investigações devem ser transferidos para sector produtivo

Luanda - O secretário de Estado para Ciência, Tecnologia e Inovação, Domingos da Silva Neto, disse hoje, quarta-feira, em Luanda, que os resultados de trabalhos de investigação científica devem ser transferidos para o sector produtivo ou industrial para o desenvolvimento do país. ,

O dirigente, que falava hoje na cerimónia de abertura do 8° encontro técnico conjunto em ciência e tecnologia entre Angola e África do Sul, sublinhou que devem ser apresentados os achados científicos, os produtos ou protótipos obtidos e trabalhar-se para que os mesmos sejam implementados e desta forma, contribuir para a inovação tecnológica.

De acordo com o secretário de Estado, o referido encontro tem como objectivo o reforço da cooperação científica e tecnológica entre os dois países e criar novas oportunidades para o estabelecimento e desenvolvimento de parcerias em áreas de interesse mútuo.

Acrescentou que Angola e África do Sul têm estado a trabalhar desde 2011 e que em termos gerais, a actividade até aqui implementada permitiu a troca de experiências em matéria de gestão da ciência e da inovação, mobilidade de investigadores científicos e de estruturas para aplicação de tarefas específicas e capacitação em áreas ou disciplinas relacionadas a investigação científica.

" São visíveis os benefícios desta cooperação bilateral, temos sentido a forma como a África do Sul tem estado nesta cooperação, o que nos permite afirmar que tem sido um bom parceiro e pela parte angolana reafirmo a disponibilidade em reforçar a parceria e trabalhar no sentido de encontrar soluções para contornar os efeitos da crise económica e financeira que afecta o país desde 2014 e que terão afectado a conclusão de alguns projectos de investigação científica", frisou.

O encontro, que tem o seu término previsto para o dia 24, conta com a participação de quadros do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, de investigadores científicos nacionais e sul-africanos e de representantes dos dois países dos sectores ligados a produção de bens e serviços.

Promovido pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, o evento visa propor caminhos para o reforço da plataforma cooperação bilateral em ciência e tecnologia e identificar as acções para um novo programa trienal.

 

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Angola deve adaptar-se à 4ª Revolução Industrial

Luanda - O engenheiro mecânico Jorge Pinto disse hoje, em Luanda, que Angola deve adaptar-se à 4ª revolução industrial, fomentando as micro-indústrias em zonas rurais e urbanas. ,

O engenheiro, que, durante o “Café com ciência e tecnologia”, apresentava o tema “As indústrias em Angola”, fez saber que as universidades e institutos técnicos profissionais devem dar mais valências ao empreendedorismo, para substituir a mão-de-obra das fábricas pela robotização.

Segundo o engenheiro, as micro-indústrias nesta nova era, suportam a economia com o aparecimento da impressora 3D, que garante a elaboração de grande quantidade de produtos num espaço pequeno, produzindo peças para a própria indústria, bem como pequenos utensílios de cozinha, higiene, saúde, beleza, educação, agricultura, entre outros.

De acordo com Jorge Pinto, as instituições que concorrem para o ensino e aprendizagem devem apostar também nos valores, ética e responsabilidade dos estudantes porquanto deles depende o futuro da indústria.

Para si, esta transformação tecnológica mudará a vida das pessoas para sempre e deve ser vista como a forma de viver, trabalhar e como o relacionamento entre os humanos, com maior pendor na transformação de matérias-primas com vista a garantir a indústria alimentar.

A 4º Revolução Industrial circunscreve-se na revolução digital que causou rupturas em todas as indústrias através da transformação digital, com isto, mais uma vez a forma como as pessoas vivem, trabalham e se comunicam sofreu mudanças importantes.

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Estudantes da UAN vencem concurso nacional de jogos digitais 2018

Luanda - O jogo "A mama mandou", criado por estudantes da Universidade Agostinho Neto (UAN), venceu sexta-feira, em Luanda, a terceira edição do concurso nacional de criação de jogos digitais, na categoria de inovação. ,

O concurso é uma iniciativa das universidades Metodista de Angola (UMA), Agostinho Neto (UAN) e da Sociedade Angolana da Computação (SAC) e promovido pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Informação (MESCTI).

O jogo vencedor é o retrato de uma brincadeira de infância muito conhecida entre os angolanos, que é jogado em grupo na areia onde os integrantes fazem desenhos mandados pela mãe.

Com pendor educativo, o jogo visa estimular o sentido cognitivo da criança com desenhos sobre animais, frutas, plantas, residências, carros, entre outros objectos.

No segundo lugar ficou o jogo Bounce Cuculo, criado pelos representantes da província do Bengo, sendo que no terceiro lugar desta categoria ficou o jogo Babulo, do criador Joaquim Monteiro.

Para a categoria de “Ideias de Jogo” venceu criadora, Jackline da Costa, com o “Jacky’s Moon”, que visa ajudar crianças a identificar objectos por nomes, formas geométricas e a conhecer as letras.

No segundo lugar desta mesma categoria ficou o jogo Mosquito-War, criado por estudantes da UAN, que visa ensinar estratégias de combate ao paludismo com a eliminação do vector, enquanto se joga.

Já o foi atribuído ao jogo SOS Save or Self, versado a ensinar os primeiros socorros em caso de qualquer acidente, criado por representantes do Cuanza Norte.

Por sua vez, para a categoria de “Protótipos”, o vencedor foi o jogo “Kyami”, enquanto que o  segundo lugar coube ao jogo “Dá Mbáya” do criador, Mbala Capela, enquanto que a terceira posição ficou o jogo “Unitel Power”, criado pelo Núcleo de Investigação e Desenvolvimento de Jogos.

Entre os prémio, os primeiros classificados levam uma taça, um computador portátil, compra de cinco mil kwanzas na NCR, participação da segunda fase do Unitel Apps, no curso de como fazer apresentação em público, bem como material para criação de jogos (Buka) e a publicação do jogo na loja Unitel.

Os segundos classificados tem material para criação de jogos (Buka), brindes Unitel e cinco mil kwanzas de compras na NCR. Igual premiação têm os terceiros classificados.

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