CRASA quer padronizar qualidade de serviço de telecomunicações
O chefe de departamento de regulação de mercado e serviço universal do INACOM, Joaquim Domingos Muhongo, que falava à Angop sobre o reunião do Comité Jurídico e de Políticas da CRASA, fez saber que na
agenda estão assuntos como padronização dos critérios de aferição da qualidade de serviços, tendo em conta as características de cada país.
Segundo o responsável, alguns indicadores para aferir a qualidade dos serviços são a performance da rede, prestação de serviço ao consumidor, cobertura e facturação, que devem ser vistos de acordo com características como o relevo, fornecimento de energia eléctrica, entre outros itens que influenciam na parametrização dos serviços.
Segundo ele, a situação em Angola é boa, mas ainda há muito por se fazer, tendo em conta a própria dinâmica das telecomunicações que remete ao repensar constante sobre o produto que chega ao consumidor final, tendo em conta os padrões universais de qualidade.
Para melhor se auferir os indicadores do serviço oferecido o consumidor final, acrescentou, este deve participar mais, fazendo chegar a sua insatisfação aos órgãos competentes, que no caso de Angola é a linha de apoio a cliente com o número 15555 ou o site www.inacom.gov.ao.
Os membros da CRASA têm directrizes desenvolvidas com orientações necessárias em matérias como definição de parâmetros de QoS e QoE para telefonia fixa e móvel, navegação na Web, streaming na Web, serviço de transferência de arquivos, serviços financeiros digitais, central de atendimento e ponto de atendimento ao cliente e interligação.
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