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Especialista defende atenção à catalogação e protecção de dados

Luanda - O director da Empresa de Sistemas, Tecnologias e Industria SISTEC, Nuno Vidal, defendeu hoje (terça-feira), em Luanda, maior atenção à catalogação e protecção de dados, para se evitarem ataques e invasões nos sistemas informáticos das empresas,

Segundo o director, que falava num fórum sobre o sistema e protecção de dados, 80 porcento dos incidentes informáticos acontecem dentro das próprias empresas, mediante a alteração de dados e má utilização, seja ela por negligência ou intencional.

"Partes das instituições ainda não estão em um nível aceitável no que toca à protecção de dados, uma vez que não fazem a catalogação dos seus dados", destacou.

Nuno Vidal explicou que as empresas que oferecem serviços de comunicações electrónicas acessíveis ao público também devem manter um registo preciso das violações de dados, indicando os factos e consequências concretas de cada violação e as mediadas implementadas para reparar ou prevenir a violação.

A lei de serviços de comunicações electrónicas e da sociedade da informação, prosseguiu o director, estabelece o direito de todos os cidadãos beneficiarem de protecção contra abusos ou violações de seus direitos através da internet, ou por outro meios electrónicos, tais como o direito à confidencialidade das comunicações, privacidade e à não divulgação de seus dados.

O director acrescentou que não é permitido armazenar nenhum tipo de dados pessoais sem o consentimento prévio do usuário, isso, referiu, não impede o armazenamento ou acesso técnico com o único propósito de realizar a transmissão de uma única comunicação através de uma rede de comunicação electrónica ou se for estritamente necessário para que o provedor de um serviço da sociedade de informação forneça um serviço expressamente solicitado pelo assinante do utilizador.

O director disse existir no país uma lei de protecção de dados, que prevê a criação da Agência de Protecção de Dados (APD), cujo estatuto orgânico foi aprovado em Outubro de 2017.

 

 

 

 

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Angola deve aprimorar legislação sobre protecção de dados

Luanda - O presidente do Conselho de Administração da SISTEC, Rui Santos, disse hoje, em Luanda, que o país está bem servido em termos de tecnologia de protecção de dados, mas deve aprimorar a legislação com vista a um sistema robusto.,

O responsável fez esta afirmação quando falava à imprensa na sequência do 1º Fórum sobre protecção de dados, promovido pela SISTEC.

Segundo ele, no país existe tecnologia adequada que garante a protecção de dados e regista avanços significativos na parte processual. "Quando não se tem uma parte processual forte é como ter uma casa com paredes e portas seguras, mas telhado de vidro".

"Este processo é tratado numa abordagem tecnológica, mas deve ser visto no domínio da legislação, por ser uma peça importante, onde os governos fazem a sua parte e internamente cada empresa faz a sua", sublinhou.

Rui Santos destacou a criação da legislação para efeito, ressaltando que estão a ser criados os mecanismos institucionais para fazer cumprir a lei reguladora desta matéria.

Para si, a par dos esforços ministeriais, há processos internos nas empresas que devem ser implementados para que se cumpra a lei, bem como salvaguardar os compromissos com os clientes, particularmente as empresas estrangeiras onde tais leis já vigoram.

"Não creio que neste quesito a África esteja pior ou melhor do que os outros continentes, o que se verifica é um certo atraso em termos de implementação das regras estabelecidas", acrescentou.

A lei de protecção de dados define dados pessoais como qualquer informação dada, independentemente da sua natureza, incluindo imagens e sons relacionados a um indivíduo específico ou identificável.

 

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Angolano vence concurso tecnológico na China

Luanda - O estudante angolano Brunilde Pedro Sacramento Mandinga venceu, na China, a IV edição do concurso "Electronic Design and Internet of things (IoT)", organizado pela empresa chinesa Neoway, vocacionada ao fabrico de materiais electrónicos.,

O autor que estuda na China venceu a terceira edição, em Novembro de 2017, e a última, em Março deste ano, no evento para avaliação de projectos das áreas da ciência e tecnologia, sociedade e sustentabilidade.

O concorrente angolano venceu a edição 2018 com o projecto de Geração de Energia pela Caminhada (Power By Riding - PBR) que utiliza uma bicicleta para este fim.

O sistema utiliza um material piezelétrico acoplado ao assento e aos pedais da bicicleta, convertendo a sua pressão e deformação em energia eléctrica, capaz de carregar aparelhos de telefonia móvel e computador.

Para esta edição, organizada pelo Instituto de Inovação da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, foram seleccionados 10 grupos que podem ter cinco pessoas no máximo.

Em 2017, Brunilde Mandinga venceu com o projecto “WeGoZhinengXie”, calçado inteligente.

“O calçado inteligente é composto por uma palmilha de acetato-vinilo de etileno (EVA) que é posicionada em direcção às articulações dos pés, nomeadamente a articulação metatarsofalângica que permite o pé apoiar-se sobre os dedos durante uma caminhada e a articulação interfângica, mantendo a estabilidade durante a pressão sobre o solo” - explicou Brunilde Mandinga.

O calçado possui um dispositivo de controlo térmico que permite fazer a leitura da temperatura no interior e exterior do calçado, que pode ser ajustada de acordo com a região climatérica. Incorpora GPS e módulo de comunicação GPRS, para localização de vítimas em caso de incidentes como desabamento de terra ou queda de um edifício.

Os dois projectos encontram-se em processo de patente e serão tutelados pelo centro de patentes da Universidade de Ciência e Tecnologia da Huazhong - Huazhong University of Science and Technology) para uma produção industrial.

Nesta edição, há o registo de 54 candidaturas, das quais 36 foram aprovadas e nove chegaram a final

Este concurso começou em Março e visa seleccionar as 20 melhores iniciativas de empreendedorismo, com prioridade para os cidadãos dos países africanos.

 

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Governante critica desinteresse dos industriais em promover ideias dos inventores

Lubango - A vice-governadora do Huíla para o sector económico, político e social, Maria João Chipalavela, criticou hoje, na cidade do Lubango, o “desinteresse” dos industriais locais em promover ideias e acções de invenção de estudantes da província. ,

Falando na cerimónia de abertura da 5ª edição da Feira do Inventor/Criador Angolano, referiu que o governo e empresários como elementos principais na diversificação da economia devem estar unidos.

Segundo ela, se a industrialização não estiver presente nesse processo, de nada valerá o "esforço” do governo e dos estudantes inventores, fazendo com que a província não tenha o lugar pretendido no domínio da indústria.

“Onde estão os nossos empresários para apoiarem esses jovens que precisam deles para serem os nossos talentos posteriormente”, lamentou.

Segundo disse, eventos semelhantes constituem um símbolo relevante para o desenvolvimento económico do país.

A 5ª edição da feira do Inventor/ Criador Angolano, que decorre hoje é uma co-organização do gabinete provincial da Educação e a Universidade Mandume Ya Ndemufayo.

A mesma tem como objectivo apresentar ao público em geral projectos desenvolvidos por inventores para promover a integração dos participantes no segmento industrial.

A divulgação da importância do registo de propriedade intelectual, a promoção do processo de transferências de tecnologias do sector produtivo e disseminação de conceitos relativos ao desenvolvimento das actividades de pesquisa, são outras finalidades do evento.

Os projectos vencedores vão representar a província na 9ª edição nacional da feira, a ser realizada de 14 a 16 de Setembro do ano em curso, na capital do país, Luanda.

O evento conta com a participação de 20 expositores, dos 46 previstos.

 

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CTN internacionaliza mais de 150 invenções em cinco anos

Huambo - Cento e 50 ideias, inovações e produtos de inventores angolanos foram internacionalizados desde 2013, pelo Centro de Tecnologia Nacional (CTN), com a realização da plataforma denominada Feira do Inventor/Criador Angolano.,

O facto foi dado a conhecer hoje, sexta-feira, na província do Huambo, pelo director nacional do CTN, Gabriel Miguel, na abertura da feira local do inventor e criador.

 

Explicou que as 150 invenções internacionalizadas foram seleccionadas entre 300 apresentadas na plataforma, que anualmente ocorre na província de Luanda.

 

Nesta 5ª edição da feira do inventor/criador, na província do Huambo, estão expostas 21 ideias, protótipos e produtos, nas categorias de instituições do ensino superior e freelancers.

 

Os melhores trabalhos vão ser apresentados na 9ª edição da feira do inventor/criador angolano, a realizar-se de 14 a 16 de Setembro, em Luanda.

 

Gabriel Miguel disse que os programas de promoção da cultura científica e de transferência de tecnologia e empreendedorismo de base tecnológica visam a identificação, selecção e motivação de talentos.

 

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Serviço de roaming da Unitel chega pela primeira vez ao Belize

Luanda - Os serviços de roaming da Unitel chegaram em Junho, pela primeira vez, ao Belize, América Central, através do estabelecimento de uma parceria com a operadora local Belize Telemedia Limited. ,

Trata-se da primeira entrada da operadora angolana no país, que reforça assim a presença do seu serviço roaming de voz na América Central, onde a Unitel já está presente em parceria com operadoras locais na Guatemala, Nicarágua, Costa Rica e Panamá, para prestação do serviço.

Além do serviço roaming de voz, esta parceria com a operadora Belize Telemedia Limited engloba ainda a prestação de serviço roaming GPRS Bilateral para a partilha de dados móveis, permitindo aos clientes o acesso à Internet nos seus dispositivos.

Ainda no mês de Junho e empenhada a prestar melhor qualidade de serviço além-fronteiras, a Unitel reforçou o serviço de roaming dados na Serra Leoa, através de uma nova parceria local com a operadora Africell, segundo parceiro de roaming no país.

Esta parceira vem assegurar a prestação dos serviços GSM Bilateral e GPRS Bilateral aos clientes Unitel, podendo continuar ligados à Web através dos seus telemóveis quando viajarem para a Serra Leoa.

Mantendo a aposta no desenvolvimento e ampliação da sua rede móvel em todo o mundo, a Unitel assegura o seu compromisso de oferecer soluções cada vez mais completas e abrangentes aos seus clientes, reafirmando assim a sua posição no sector das telecomunicações em Angola.

 

 

 

 

 

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