Executivo aposta na investigação científica
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Luanda - A ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Sambo, quer ver o país com melhores indicadores e em desafios mundiais em relação a investigação científica., Tal pretensão foi manifestada durante o wokshop sobre a participação de Angola no Centro Internacional de Investigação Científica do Atlântico (Air Centre) e no Sistema Global de Informação sobre a Biodiversidade (GBIF).
Maria Sambo avançou que, apesar de se ter já alguns dados nacionais inseridos na plataforma GBIF (260 mil espécies terrestres e marinhas, das quais 28 por cento por instituições angolanas), a participação formal efectiva-se agora, embora ainda como membro associado ou seja sem ter direito a voto.
A ministra espera que essas instituições contribuam para a publicação de dados, de modo a que tenham capacidade de colocar na plataforma novos dados sobre a biodiversidade de Angola.
“Temos feito descobertas e os investigadores angolanos, em parcerias com outros países, têm o desafio de explorar cada vez mais os aspectos novos da rica biodiversidade angolana”, reforçou.
Essas parcerias vão transformar a realidade da investigação científica voltada para os objectivos de desenvolvimento sustentável, monitorização, acompanhamento e avaliação dos resultados, de acordo com o trabalho e o dinamismo dos colaboradores.
Fazem parte do GBIF 59 países e 38 organizações internacionais
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